Mas eu só quero é ser feliz

Já faz um tempo que as pessoas estão insatisfeitas com suas vidas, e estão em busca da felicidade. Quem não lembra do Rap da Felicidade, lançado na década de 90, e que dizia: “Mas eu só queeero é ser feliz...”. Bem isso!

Segundo o estudo global da felicidade, realizado pelo Instituto Ipsos, o percentual de brasileiros que se diziam felizes ou muito felizes, caiu consideravelmente de 2018 para 2019. Isso quer dizer que já não andávamos tão felizes assim. E mesmo no cotidiano, isso é perceptível. Quando eu pergunto a uma mãe o que ela deseja para o futuro do seu filho, me vem como resposta: “Eu só quero que ele seja feliz”. Eu lembro que a resposta para essa mesma pergunta, na época em que eu era pequena, era algo do tipo: “Que tenha uma carreira, que seja uma cidadã decente, que encontre um bom companheiro”. Até mesmo em relação aos casamentos, é perceptível a mudança. O casamento, hoje, não é mais aquela instituição burguesa manifestamente ultrapassada. Hoje, ele é valorizado não apenas pela passagem de genes ou por gerar descendentes para quem deixar os bens, mas por questões intangíveis. Felicidade é uma delas? Sim! Como eu postei dias atrás, as pessoas se casam para ser felizes. Por esse mesmo motivo, se separam. Nos tornamos eudemonistas, sem sombra de dúvidas.

E, para que essa empreitada dê certo, que cada um de nós possa continuar se autoconhecendo e se valorizando. Eu espero que o seu “novo normal” contemple ‘real-oficial’ a sua felicidade e a felicidade do seu entorno. O momento de mudar é SEMPRE, mas também AGORA! Que o amor prevaleça, a despeito de toda crueza, e que a fé na vida e no amor nos impulsione vida afora.

Um abraço,

Izabelle.

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