Mas eu só quero é ser feliz
- Izabelle Nossa

- 27 de jul. de 2020
- 2 min de leitura
Já faz um tempo que as pessoas estão insatisfeitas com suas vidas, e estão em busca da felicidade. Quem não lembra do Rap da Felicidade, lançado na década de 90, e que dizia: “Mas eu só queeero é ser feliz...”. Bem isso!
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Segundo o estudo global da felicidade, realizado pelo Instituto Ipsos, o percentual de brasileiros que se diziam felizes ou muito felizes, caiu consideravelmente de 2018 para 2019. Isso quer dizer que já não andávamos tão felizes assim. E mesmo no cotidiano, isso é perceptível. Quando eu pergunto a uma mãe o que ela deseja para o futuro do seu filho, me vem como resposta: “Eu só quero que ele seja feliz”. Eu lembro que a resposta para essa mesma pergunta, na época em que eu era pequena, era algo do tipo: “Que tenha uma carreira, que seja uma cidadã decente, que encontre um bom companheiro”. Até mesmo em relação aos casamentos, é perceptível a mudança. O casamento, hoje, não é mais aquela instituição burguesa manifestamente ultrapassada. Hoje, ele é valorizado não apenas pela passagem de genes ou por gerar descendentes para quem deixar os bens, mas por questões intangíveis. Felicidade é uma delas? Sim! Como eu postei dias atrás, as pessoas se casam para ser felizes. Por esse mesmo motivo, se separam. Nos tornamos eudemonistas, sem sombra de dúvidas.
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E, para que essa empreitada dê certo, que cada um de nós possa continuar se autoconhecendo e se valorizando. Eu espero que o seu “novo normal” contemple ‘real-oficial’ a sua felicidade e a felicidade do seu entorno. O momento de mudar é SEMPRE, mas também AGORA! Que o amor prevaleça, a despeito de toda crueza, e que a fé na vida e no amor nos impulsione vida afora.
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Um abraço,
Izabelle.



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